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O poder da trama

Haisem Abaki

25 de fevereiro de 2013 | 14h29

Publicado pela 1ª vez em 01/06/2010
O candidato Obama foi eleito pela esperança americana.
Gerou confiança para suceder um presidente metido na lama.
Certamente, seria melhor do que o sujeito que causou uma crise econômica sacana.
E também poderia superar o triste período de guerra insana.
Obama nas alturas conquistou simpatia de Montana ao Alabama.
Uma multidão de diferentes línguas achou o cara muito elegante e bacana.
Ele ganhou projeção de astro pop, cheio de fama.
Houve muita comemoração e um orgulho que se inflama.
O planeta bateu palmas para o presidente e a primeira-dama.
O tempo foi passando e o queridinho da América começou a sentir o drama.
A economia melhorou, mas o desemprego ainda se esparrama.
Falta muito a fazer para garantir um bom sono, de pijama.
E quando o mundo condena mais um ataque de uma força leviana,
O todo-poderoso fica calminho diante de uma atitude que profana.
Cadê o homem de quem se esperava uma luz, uma nova chama?
Parece que ele foi mais cedo para a cama!

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