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O inimigo oculto

Haisem Abaki

24 de fevereiro de 2013 | 19h33

Publicado pela 1ª vez em 07/10/2009
Os últimos acontecimentos mostram que medidas enérgicas precisam ser tomadas para conter o ímpeto de malfeitores que agem nas mais diferentes áreas.
As quadrilhas atacam sem pudor e não temem punições nem esquemas mirabolantes de segurança. Zombam das autoridades e estabelecem um poder paralelo com leis próprias.
Câmeras, reforço no efetivo, agentes disfarçados, cadeados… Nada é suficiente para assustar esses bandos que agem livremente na certeza de que nunca serão atingidos pelas garras da lei.
Eles nem se preocupam mais em inovar e repetem à exaustão os mesmos métodos, já tão conhecidos da polícia. Aconteceu de novo no surrupio de avaliações altamente secretas a que seriam submetidos os alunos do ensino médio.
Chega! É hora de dar um basta! Não podemos mais aceitar a inércia das autoridades! Precisamos exigir ações duras contra esse saco de maldades que esconde dólares, euros, reais, provas e outras coisas mais. Por favor, senhores, de uma vez por todas, proíbam as cuecas!

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