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O fruto da chuva

Haisem Abaki

24 de fevereiro de 2013 | 20h27

Publicado pela 1ª vez em 09/12/2009
Depois de chover pra chuchu, o setor de melancias e abacaxis da CEAGESP, como sempre, foi o mais atingido. Trabalhadores correram para evitar um prejuízo maior, com casca e tudo.
O trânsito virou uma salada de manhã, mas ficou mais leve que alface à tarde. É que teve gente com medo de ver dura de novo a situação caótica do “congestionalagamento”, com gosto de jiló.
O rio PETietê ficou cheio de garrafas de refrigerante, mostrando o lado fruta podre de quem não se importa com nada e só joga o pepino e a batata quente na mão dos outros.
Autoridades apareceram para explicar que choveu demais na horta, como nunca antes visto na história deeeeeeeesta cidade. Lavaram as mãos dizendo que plantaram investimentos e que a mandioca não foi tão grande assim. Depois, descobriram falha numa bomba, mais frágil do que um ovo.
Cada um tem a sua parcela de culpa nesse prato pronto que todo mundo conhece de outros vendavais. Só não vamos botar na conta de São Pedro outra vez. Ele não merece receber sozinho essa banana!

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