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Não sei, não

Haisem Abaki

25 de fevereiro de 2013 | 13h57

Publicado pela 1ª vez em 19/04/2010
Os principais nomes dispostos ao sacrifício de comandar este país já se apresentaram para a disputa, mas por enquanto o mais falado é justamente o mais despretensioso de todos.
É um sujeito que não está nem aí para os adversários, não tem planos de governo e ainda assim consegue ser lembrado mesmo sem ter uma verbinha sequer para a campanha.
Ele ainda não fez nenhuma promessa eleitoral gratuita. Despreocupado, também não saiu por aí inaugurando obras ou aparecendo ao lado de padrinhos populares. Está absolutamente tranquilo e lidera as pesquisas com folga, à frente de medalhões muito mais conhecidos. É uma incógnita total e nem por isso deixa de estar na boca do povo.
É só olhar os últimos números direito para entender o recado. Quando os pesquisadores perguntam quem é o preferido, o mais votado, disparado, é esse tal de “Não Sei”. Os sabidos só aparecem bem atrás. Pode não ser uma escolha sábia, mas quem sabe, sabe. Muita sabedoria para os bons entendedores.

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