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Modelo exportação

Haisem Abaki

24 de fevereiro de 2013 | 20h57

Publicado pela 1ª vez em 28/01/2010
O mundo começa a se render ao talento brasileiro e já tenta nos copiar. Nossos exemplos nos quesitos graça, originalidade e desenvoltura são inquestionáveis e causam admiração e inveja.
A cada dia, surgem novas tentativas de fazer igual, mas por mais que insistam e que tenham vantagens econômicas e tecnológicas, ainda não conseguiram nos alcançar.
Esse pessoal ouve as notícias e sai por aí achando que tem capacidade de agir do mesmo modo sem nenhuma vergonha nem cerimônia. Os despeitados acham que basta ter vontade e não entendem que só conquistamos tal reputação à custa de muito investimento, comprometimento, treinamento e uma boa dose de descaramento.
Mas o lado bom dessa história é que o planeta finalmente começa a perceber que não somos apenas o país do futebol, o país do carnaval, o país das mulheres bonitas e o país das belezas naturais.
Os gringos tentam nos imitar, mas não têm a mesma ginga. O último que se deu mal foi um alemão, preso na Nova Zelândia por fazer contrabando de 44 lagartixas na cueca. Os bichinhos estavam acondicionados numa pochete, coitados.
O espertinho vai pagar multa equivalente a 6 mil e 400 reais e passar três meses e meio na cadeia. É o que dá ser amador e não um profissional de encantos mil, mil, mais mil e mais mil, até chegar aos milhões. Quem não tem competência que use a cueca como peça íntima, ora bolas!

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