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Malas à solta

Haisem Abaki

24 de fevereiro de 2013 | 20h04

Publicado pela 1ª vez em 09/11/2009
Tem gente que jura que existe e que ela circula por aí em várias cores, modelos e conteúdos rechonchudos. Outros afirmam que é lenda e que nunca houve prova de nada.
Tem gente que diz que ela viaja pelo céu e que pousa de repente em certas contas bancárias. Outros garantem que é tudo invenção, fruto da imaginação dos derrotados.
O assunto geralmente aparece quando a bruxa está à solta. O futebol enfeitiça e faz muito torcedor falar de malas indo de um lado para outro para incentivar este ou aquele time contra o adversário.
Eu só acredito no que vejo. Por isso, digo que elas são verdadeiras, sim. E não é necessário recibo para comprovar.
Basta prestar atenção para ver a mala do atacante que só tromba e não faz nada. Tem também a mala do zagueiro que fica plantado no chão vendo o time levar gol de cabeça. Outra mala é o técnico que muda, muda, muda o time e não faz nada pra mudar. Isso sem contar o juiz, mala por natureza.
Torcedor sem alça é assim mesmo: vê mala voando pra todo lado. Vamos acreditar nos dirigentes. Eles juram que as malas “no eczisten”.

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