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Educação olímpica

Haisem Abaki

24 de fevereiro de 2013 | 19h30

Publicado pela 1ª vez em 05/10/2009
Rio 2016: agora não é mais hora de ser contra ou a favor. A Olimpíada acaba de nascer e é carioca da gema. O negócio é tratar bem a menina para que ela seja saudável e bem-educada aos sete anos.
A mocinha deve ter bons exemplos a seguir desde cedo. Nossa parte é ficar de olho nos pais, que nessa hora são muitos. A recém-nascida merece todos os cuidados, mas sem exagero nos mimos.
Precisa mamar muito, sim. Só não pode passar da conta e se empanturrar. Nada de dar mais leite do que o necessário. A mesma regra vale mais tarde, para as papinhas.
Os investimentos no crescimento da menina devem ficar bem claros e com papéis definidos, como papai e mamãe. E quem não se comportar bem fica de castigo, ignorado olimpicamente até aprender.
Gente, é hora de deixar as disputas de lado e torcer. Torcer para que as promessas sejam cumpridas. Torcer para que tudo seja feito com transparência. Torcer para que a vitória seja de todos nós.
Se cada um fizer a sua parte, nenhum espertinho vai se atrever a praticar saltos orçamentais. E se ainda assim alguém fizer isso, é só torcer. Torcer bem torcido mesmo. Que ninguém mexa com a nossa menina!

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