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Dormindo no ponto

Haisem Abaki

25 de fevereiro de 2013 | 13h55

Publicado pela 1ª vez em 15/04/2010
Sai nas próximas horas a definição do escolhido para um emprego dos sonhos. Uma rede varejista do Reino Unido vai contratar um testador de sacos de dormir que seja capaz de dar uma boa capotada durante o trabalho.
O futuro patrão não exige experiência na função e ainda vai pagar ao funcionário sonolento cerca de R$ 1,8 mil reais por cinco noites bem dormidas. O anúncio exige que o candidato tenha muita disposição para ficar deitado.
O dorminhoco terá a árdua missão de conferir a durabilidade e o conforto de sacos e mais sacos de dormir e precisará ficar bem acordado depois para fazer relatos sobre a sonífera performance.
Pena que não tenham procurado ninguém por estas bandas para a empreitada da soneca. Se assim tivessem feito, encontrariam pessoas muito mais qualificadas para dormir no ponto. Aliás, estamos entrando num período muito propício para uma duradoura sonolência.
Somos muito mais capazes do que esses britânicos na arte do cochilo. É só ouvir as primeiras promessas eleitorais gratuitas para bocejar. A noite ainda nem começou, mas vai ser longa. Isso é que é um saco de dormir!

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