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Alegria em espécie

Haisem Abaki

24 de fevereiro de 2013 | 19h29

Publicado pela 1ª vez em 02/10/2009
O maior enigma de todos os tempos ganha uma nova explicação científica e rende ainda mais polêmica. De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos?
Crenças e descrenças sempre estiveram por trás dessa discussão milenar sobre a origem da humanidade. Somos filhos de Adão e Eva, que comeram a maçã? Ou dos macacos, que comeram a banana?
Pois a Ciência acaba de divulgar uma intrigante constatação. A descoberta do mais antigo ancestral humano contraria a ideia de que o homem é descendente de chimpanzés primitivos. O estudo sugere que houve uma evolução paralela de homens e macacos após a separação das duas famílias.
A criatura que alimenta a pesquisa é um esqueleto de fêmea com mais de 4 milhões de anos e já se sabe que não era chimpanzé nem humana. Ainda é cedo para tirar conclusões, mas já há muita comemoração.
Os participantes da festa dão cambalhotas e pulos de alegria. Todos eles são muito simpáticos e exibem aquele sorriso largo, com todos os dentes à mostra. Parabéns, macacada!

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