Criatividade para batizar cavalos é páreo duro no Jockey Club

Vitor Hugo Brandalise

01 de setembro de 2011 | 23h34

Por Cida Alves

Quando o assunto são nomes exóticos, os cavalos que correm no Jockey Club de São Paulo não ficam para trás no páreo com vulcões islandeses, furacões ou operações da Polícia Federal. 

A criatividade dos proprietários na hora de dar um nome “de sorte” para os seus animais é tanta, que acabam sendo inevitáveis as brincadeiras entre jóqueis e frequentadores. “Hoje eu vou de Zé Bonito. Esse sim tem tudo a ver comigo”, brinca um jóquei momentos antes de uma das corridas. Entre os cavalos que competiram nos últimos páreos desta semana, havia as seguintes “categorias” de nomes:

Bombásticos: Ogiva Emblemática e Little Bomb

Modestos: For Victory, Just the Better, Why So Pretty, Zé Bonito e Otimista de Ouro

Futebolísticos: Driblador, Play Good (impossível não lembrar do inglês de Joel Santana)

Velozes: Outro Corredor, Ferrari, Já Me Fui

Filosóficos: Shopenhauer (sic)

Hein? : Xove Não Molha, Camisa de Força, Job Search, Só de Raiva, Cem-Banhos, Abandalhado

Apesar de se divertirem com os nomes, os apostadores colocam esse critério em último lugar na hora de escolher com qual cavalo tentar a sorte.

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