Os laços do PCC e do CV com a cocaína na Bolívia

Estadão

15 de julho de 2010 | 17h16

O jornal La Razón, da Bolívia, manchetou hoje que o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, o Comando Vermelho (CV), do Rio, e o cartel mexicano Zeta estabeleceram conexões com clãs familiares de narcotraficantes bolivianos. Segundo o diário, o vice-ministro de Defesa Social, Felipe Cáceres disse que as três organizações criminosas estão agindo em sociedade. O PCC e a CV têm emissários operando na Bolívia e o Brasil se tornou o principal mercado para a cocaína boliviana. Segundo Cáceres, informa o La Razón, até o dia 12 de julho haviam sido  presos em território da Bolívia 2.151 narcotraficantes, a maioria colombianos, brasileiros e paraguaios.

De acordo com o vice-ministro, não há uma conexão direta entre a quantidade de cocaína e o incremento da venda da droga. Cácares afirmou que há mais droga sendo ofertada porque uma tecnologia colombiana de fabricação permite que com menos coca se fabrique maior quantidade da droga. No passado, com 700 libras de pasta de cocaína se produzia um quilo da droga. Mas hoje se produz dois quilos com a mesma quantidade de pasta.

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