Deretoria

Estadão

31 Março 2009 | 11h59

Desde agosto do ano passado, a Câmara Municipal de São Paulo contratou 10 médicos para cuidar dos funcionários da Casa. Há oftamologista, ginecologista, fisioterapêuta e psicólogo que ficam num posto de saúde no subsolo e custam R$ 800 mil anuais aos cofres públicos. Detalhe: os funcionários públicos já têm o Hospital do Servidor Público Municipal para atendê-los. Com o posto interno, para cada 100 funcionários da Câmara há um médico. Já a proporção para os pobres mortais na cidade é de um médico para cada 4 mil habitantes. A Câmara alega que os funcionários não possuem plano de saúde e que o posto serve também aos comissionados e seus parentes, outros desamparados de convênio na Casa.