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Um projeto para a cratera paulistana

Edison Veiga

20 de setembro de 2011 | 14h05

MUSEU A CÉU ABERTO
FOTO: PAULO LIEBERT/AE
A Cratera de Colônia, no extremo sul de São Paulo – formada por um meteoro que caiu ali há 20 milhões de anos – deve tornar-se um parque-museu. O projeto, de autoria do escritório Levisky Arquitetos Associados, venceu o Prêmio Master Imobiliário 2011, que será entregue na próxima quarta.

Pela proposta, as ruas do bairro de Vargem Grande, encravado na cratera, se transformarão em um percurso educativo e cultural. “De maneira interativa, displays informarão sobre a história da cratera, o processo de tratamento de água, o que é um bem tombado, como fazer a reciclagem do lixo…”, diz a arquiteta responsável, Adriana Levisky. “O parque-museu surge como oportunidade de recuperação de meio urbano degradado associado à oferta de informação e reflexão sobre questões ambientais e culturais. Percursos de pedestre promovem um passeio regado de informações, ao longo dos trajetos entremeados por praças, quadras esportivas, áreas de convivência, mirantes, ciclovias, bosques.” O projeto contempla uma área de 2,4 milhões de m², onde hoje vivem 35 mil pessoas.

Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 19 de setembro de 2011

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