Um prêmio tradicional e cheio de boas histórias
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Um prêmio tradicional e cheio de boas histórias

Edison Veiga

04 de fevereiro de 2013 | 12h26

DESTAQUES CULTURAIS

A partir das 20h de hoje, no Teatro São Pedro, serão anunciados os vencedores da atual edição do Prêmio Governador do Estado para a Cultura – as categorias são Artes Visuais, Cinema, Circo, Dança, Inclusão cultural, Música, Teatro, Instituição Cultural e Mecenato. Criado na década de 50, o prêmio marcou várias gerações de artistas paulistas pelo reconhecimento que proporcionava à atividade. Ele deixou de ser entregue por mais de duas décadas até ser retomado, em 2010.

Ao longo da história, há muitas curiosidades sobre o prêmio. Em 1955, o então governador Jânio Quadros (foto) se recusou a pagar o prêmio aos vencedores. A classe artística se reuniu e contratou um advogado que conseguiu firmar um acordo com o político. O prêmio acabou pago, em três parcelas. O troféu tradicionalmente é desenhado por artistas plásticos – em 1984, por exemplo, o escolhido foi Marcello Nitsche. Na noite de hoje, os ganhadores levarão para casa uma criação de Luiz Hermano, que se inspirou na arquitetura de São Paulo.

Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 4 de fevereiro de 2013

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