Tesouros no porão
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Tesouros no porão

Edison Veiga

17 Janeiro 2014 | 00h54

FOTO: DIVULGAÇÃO

São 13 Renoir, 11 Toulouse Lautrec, 73 esculturas de Degas, quatro obras de Picasso… Tudo no porão do mais importante museu de arte de São Paulo, o Masp. No total, 8 mil itens ficam ali, guardados na reserva técnica. Trata-se de uma imensa sala-cofre, de 600 metros quadrados onde, segundo os registros do caderno que fica na entrada, entram menos de 400 pessoas a cada década. Para chegar até ela, é preciso passar por todo o sistema de segurança e entender um verdadeiro labirinto cheio de fechaduras e câmeras de segurança – além de um sistema de espelhos, que permite a vigilância, de um vértice, de todo o perímetro dos ambientes. A preocupação com segurança, aliás, aumentou desde dezembro de 2007, quando ladrões entraram no museu e furtaram do acervo bilionário quadros de Picasso e de Portinari.

MASP. Av. Paulista, 1.578, metrô Trianon-Masp, 3251-5644.

Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 27 de dezembro de 2013

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