O obelisco que foi e voltou
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O obelisco que foi e voltou

Edison Veiga

19 de janeiro de 2014 | 18h34

FOTO: TIAGO QUEIROZ/ ESTADÃO

Entre 2005 e 2011, o Monumento à Aldeia de Nossa Senhora dos Pinheiros – na Av. Brigadeiro Faria Lima, pertinho da Estação Faria Lima do Metrô – saiu de cena, por conta das obras no Largo da Batata. O obelisco de 7,5 m de altura passou por uma limpeza e ficou guardado em um galpão da Prefeitura. Só então voltou, tinindo, a ser instalado no local. Assinada pelo escultor paulistano Luiz Morrone (1906-1998), a obra é de 1971. Trata-se de uma coluna de blocos de granito que tem, no topo, um relevo de bronze com figuras de índios, jesuítas e bandeirantes – personagens ligados à história do aldeamento surgido ali em 1560, que daria origem ao bairro de Pinheiros.

Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 27 de dezembro de 2013

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