O dono da memória
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O dono da memória

Interesse: pesquisa começou na infância

Edison Veiga

14 Maio 2016 | 00h15

Foto: Alex Silva/ Estadão

Foto: Alex Silva/ Estadão

Foi aos 11 anos de idade que o bancário Everton Calício, hoje com 30 anos, começou a pesquisar sobre a história do verdadeiro império construído pelo imigrante italiano Francesco Matarazzo (1854-1937) – precursor da industrialização paulistana. “Acompanhei, pelos jornais, a demolição da mansão dos Matarazzo na Avenida Paulista e me interessei pelo assunto”, conta ele.

De lá para cá, passou a colecionar um importante acervo de embalagens, produtos e itens referentes ao industrial. “O propósito é preservar e resgatar a história daquela que foi a maior empresa brasileira de todos os tempos, a quinta maior fortuna do planeta e um caso único na história econômica brasileira”, orgulha-se ele.

Desde 2014, Calício mantém uma página no Facebook onde posta essas curiosidades (facebook.com/industriasmatarazzo). Uma de suas descobertas mais curiosas é que a sigla IRFM, utilizada pela empresa, não significava Indústrias Reunidas Francesco Matarazzo, como muitos pensam, mas sim Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo.

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