O colecionador
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Edison Veiga

29 Novembro 2016 | 10h19

Foto: Marcio Fernandes/ Estadão

Foto: Marcio Fernandes/ Estadão

Os funcionários da empresa de logística RV Ímola nem precisam ir a um museu para ver obras de arte de boa qualidade. Mais de 2 mil pinturas e esculturas estão espalhadas pelas sedes da firma, em Guarulhos e em Barueri, na Grande São Paulo. Há itens como ‘Santa Ceia’, de Mircea Ciobanu; ‘Tabaco’, de Milton Bernal Castro; ‘Olhar’, de Walter Goldfarb; e ‘Homem com Boné’, de Lasar Segall.

A coleção começou pelo interesse pessoal do fundador da empresa, Roberto Vilela. Ele sempre gostou de pintar e chegou até a ter um ateliê. Quando percebeu que não tinha muito talento para produzir arte, resolveu se dedicar a investir em criações de bons artistas. “A arte não nos pertence, pertence a todos. A minha intenção é investir em obras para poder expor ao máximo de pessoas possível”, diz ele.

Eventualmente, as peças são cedidas para exposições em museus e outras instituições. O Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro e a galeria Leica são alguns exemplos de empréstimos recentes.

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