O arquiteto da hora
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O arquiteto da hora

Edison Veiga

16 de outubro de 2013 | 00h10

FOTO: EVELSON DE FREITAS/DIVULGAÇÃO

Foram anos de completo abandono dos relógios de rua de São Paulo. Desde 2010, eles passaram a não informar a hora certa, até serem gradualmente desativados e desmontados. Neste ano, a hora voltou às ruas paulistanas. Até agora, já foram ou estão sendo instalados 800 relógios – até 2014, serão 1.000. O analógico deu lugar ao digital, mas, em comum, ambas as estruturas têm o mesmo pai: o arquiteto Carlos Bratke, de 70 anos. “O desenho atual começou a ser pensado há quatro anos, quando me convidaram para o projeto”, afirma ele, que foi contratado pela concessionária responsável pela instalação e operação dos aparelhos. “Minha ideia era inovar. Criar uma imagem mais leve para o relógio, algo que parecesse flutuando no ar.”

Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 11 de outubro de 2013

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