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Monumento à Independência fechado. De novo

Edison Veiga

23 de fevereiro de 2012 | 17h23

FOTO: JULIANA ARAUJO/ AE

Inaugurado em 1922 para celebrar o primeiro centenário da emancipação política do Brasil, o Monumento à Independência está fechado à visitação pública desde ontem. Nele, estão os restos mortais da imperatriz Leopoldina – desde a construção da cripta, em 1953 –, do imperador d. Pedro I – desde 1972 – e de Dona Amélia, segunda mulher do imperador – desde 1984.

A interdição deve continuar até o fim deste mês. Isto porque, mo local, ocorrem pesquisas que visam à preservação do patrimônio histórico, desenvolvidas por equipes do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, Instituto de Física da USP e Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares.

Recentemente, o espaço também ficou fechado por um período, por causa de obras hidráulicas – de outubro do ano passado até o início de janeiro.

O Monumento à Independência fica no parque homônimo, no Ipiranga, pertinho do Museu Paulista. É obra do artista italiano Ettore Ximenes (1855-1926), e foi escolhido em um concurso que o governo estadual promoveu em 1917.

A visitação pública ao local foi aberta somente no ano 2000, quando, após reforma e restauro do Monumento, construiu-se ali um espaço para receber os interessados. Quando aberto, o espaço recebe cerca de 6 mil visitantes por mês. O acesso é grátis e funciona de terça a domingo, das 9h às 17h.

Com reportagem de DIEGO ZANCHETTA

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