Em Sertãozinho, um velho engenho se tornará museu
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Em Sertãozinho, um velho engenho se tornará museu

Edison Veiga

08 de setembro de 2013 | 00h39

FOTO: TIAGO QUEIROZ/ ESTADÃO

Seja no prédio principal, seja em qualquer um dos sete pequenos galpões que o orbitam, entrar nas ruínas do Engenho Central de Sertãozinho é um privilégio de aguçar os olhos daqueles que gostam de História. Parece uma viagem no tempo, entre centrífugas escocesas do século 19 – importadas pela família de Santos Dumont -, telhas inglesas, velhas fornalhas, balanças, tonéis e um obsoleto maquinário que movimentou a indústria da cana de 1903 a 1974, período em que a usina funcionou.

Esse eldorado histórico-industrial paulista fica no coração da Fazenda Vassoural, entre Sertãozinho e Pontal, perto de Ribeirão Preto. Foi criado pelo coronel Francisco Schmidt, que nos primeiros anos do século 20 chegou a acumular um patrimônio de 62 fazendas. O Engenho Central era o motor de seus negócios: dali saíam as sacas de açúcar cristal – e os litros de cachaça. Diariamente, uma maria-fumaça adentrava a usina e de lá saía carregada – o ramal da Estrada de Ferro Mogiana foi puxado até a fazenda por força do próprio coronel.

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Tema da coluna veiculada pela rádio Estadão em 28 de agosto de 2013