Cruzes!
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Edison Veiga

02 de novembro de 2014 | 07h33

Foto: Divulgação


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Dez das cruzes do Cemitério de Colônia (R. Sachio Nakao, 28), na região de Parelheiros, são historicamente ligadas às origens da siderurgia nacional. Isso porque elas foram feitas pela Real Fábrica de Ferro São João do Ipanema – ou, simplesmente, Fundição Ipanema, a primeira casa de fundição do Brasil.

Localizada em Araçoiaba da Serra, a empresa foi criada em 1810, para produzir ferro, aço e armas, e funcionou até 1889. Como a Ipanema contava com engenheiros alemães e suecos, além de mão de obra de colonos europeus de várias nacionalidades, eram muitos os que seguiam a região luterana.

Talvez isso explique por que dez cruzes produzidas em Ipanema tenham ido parar no Cemitério de Colônia, inaugurado em 1829 e conhecido como ‘Cemitério dos Alemães. O nome se deve justamente ao fato de ele estar ligado aos imigrantes desse país e de permitir sepultar os luteranos, ao contrário do que ocorria nos arredores de igrejas católicas da época.

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