Canecas espalhadas
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Canecas espalhadas

OLHA SÓ...

Edison Veiga

25 Agosto 2016 | 04h26

Foto: Divulgação

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Virou tradição, assim como o chope bem tirado. Nem bem foi inaugurado, em 1940, o Bar Léo (R. Aurora, 100, S. Ifigênia) começou a pendurar em seu espaço canecas de vários tipos, todas presenteadas por assíduos clientes. A coleção nunca parou de crescer e hoje conta com cerca de 600 peças

Em 2012, entretanto, o boêmio reduto foi acusado de colocar água na caneca – ou melhor, vender chope de uma marca mais barata sob o nome de outra. O estabelecimento ficou fechado por quase seis meses, até ser arrendado por outros donos e reaberto.

Marco do centro paulistano, o bar é conhecido por uma idiossincrasia: lenda ou não, beijos já foram proibidos em suas dependências.

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