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Atrás do Museu do Ipiranga, um laboratório de emergência

Edison Veiga

12 de agosto de 2013 | 13h19

Para os diagnósticos que estão sendo feitos do Museu do Ipiranga, fechado há uma semana, um laboratório de campo foi montado em dois contêineres. Ali, técnicos avaliam amostras do prédio em microscópios. Eles também utilizam termômetros de alta precisão, medem o pH e a umidade de setores da fachada. Até um pequeno drone, veículo aéreo não tripulado, está sendo usado para colher imagens da cobertura do edifício de 123 anos. É a tecnologia de ponta a serviço da história.

Tema da coluna veiculada pela rádio Estadão em 12 de agosto de 2013

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