Câmara quer batizar de Romeu Tuma novo acesso ao Itaquerão
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Câmara quer batizar de Romeu Tuma novo acesso ao Itaquerão

Diego Zanchetta

10 de junho de 2014 | 15h41

Diretor-geral do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) paulista de 1977 a 1982, durante a Ditadura Militar, o senador Romeu Tuma (1931-2010) deverá batizar o novo complexo viário construído para facilitar o acesso de veículos ao Itaquerão, estádio da abertura da Copa do Mundo, na zona leste de São Paulo. Quem apresentou o projeto na Câmara Municipal para a nomenclatura do novo viário foi seu sobrinho, o vereador Eduardo Tuma (PSDB), líder da Frente Parlamentar Cristã do Legislativo paulistano.

O complexo viário teve custo de 548,5 milhões, dos quais R$ 397,9 milhões e R$ 150,6 milhões. Entre as intervenções está a construção de duas alças de acesso entre a Avenida Jacu Pêssego e Radial Leste. Bem ao lado do estádio do Corinthians também serão construídas duas novas avenidas: uma ligará a Avenida Itaquera à Radial Leste e outra fará a ligação entre as avenidas Miguel Inácio Cury e Itaquera. A maior parte das lideranças da Casa apoia o nome de Tuma para batizar o complexo.

Como cada vereador tem direito a aprovar pelo menos dois projetos por semestre, conforme prevê o acordo de líderes que vigora na Casa, Tuma exige a votação da proposta em sua cota. “Acho uma justa homenagem, vamos ver se conseguimos a votação antes do final do semestre”, disse Tuma ao Estado.

 

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