Câmara de SP vai autorizar venda de brinquedos em bancas de jornais
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Câmara de SP vai autorizar venda de brinquedos em bancas de jornais

Diego Zanchetta

01 de julho de 2013 | 17h56

Depois de ter vetado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) seu projeto que autorizava a venda de alimentos, produtos de higiene, bebidas não alcoólicas, eletrônicos e até roupas nas bancas de jornais e revistas, o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, José Américo (PT), apresentou nova proposta sobre o tema.

Agora, com o apoio do governo, Américo criou um projeto que autoriza as bancas a venderem bonés e brinquedos de pequeno porte, mas proíbe a exposição de produtos de beleza, de higiene e de roupas. Escova dental, preservativos, esmaltes, protetor solar, tênis e mochilas estão fora da nova proposta.

O projeto agora fixa um porcentual de 75% para a exposição de produtos editoriais (jornais e revistas) e outros 25% como limite para o resto. No projeto anterior o espaço para jornais era fixado em 70%. Para elaborar a nova proposta, o vereador petista ouviu especialistas do setor como a ANER (Associação Nacional de Editores de Revista) e as editoras Abril e Globo, segundo a presidência da Casa.

Com o apoio de outros líderes da Casa, Américo chegou a ameaçar derrubar o veto de Haddad contra o projeto que transformava as bancas em lojas de conveniência. Mas, após conversa com o secretário de Relações Governamentais, João Antonio, o vereador foi orientado a reformular a proposta. Também foi reduzida na proposta de 350 gramas para 200 gramas a quantidade permitida para a venda de doces industrializados.

A nova regra, que autoriza a venda de brinquedos de pequeno porte nas bancas e bonés, hoje poucos comuns nas bancas, deve ser aprovada no início do segundo semestre.

 

Novo projeto sobre bancas de jornal: autorização para venda de brinquedos e bonés

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