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STF vetou aumento de 20% no IPTU em SP. Prefeitura não desiste da mordida (em 2015)

Pablo Pereira

30 Dezembro 2013 | 11h28

Saiu, outro dia, ainda antes do Natal, a notícia de que a Prefeitura de São Paulo foi proibida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de aumentar o IPTU como queriam o prefeito Fernando Haddad e seus vereadores. Boa! Assim, o “a mais” que o paulistano deve tirar do bolso para entregar ao município em 2014, além de tudo o que já paga, deve ser do tamanho da correção da inflação. Ok.

Para que isso ocorresse foi preciso que a poderosa Fiesp brigasse na Justiça contra a manobra do turma da administração pública. Todo mundo sabe que o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que fatura politicamente o esse revés da Prefeitura no caso do IPTU, tem pretensões político-eleitorais. Sem problema. É do jogo. Haddad, mesmo que diga que não, é, sim, um quadro em formação para voos futuros do petismo em São Paulo.  Então, zero a zero!

A boa notícia do STF embute outra novidade: além de não ter mais sangrada a renda de cada mês além do aceitável pelo carnê do IPTU,  não precisará o paulistano carregar consigo o peso da lembrança indigesta da lista desse pessoal que propôs e aprovou o salgado aumento de 20% (agora rejeitado no Supremo).

Mas atenção: a Prefeitura já alertou que pretende voltar com a mesma conversa em 2015.

Eles não desistem!

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