Relíquias do interior “das Gerais”, terra de Cármen Lúcia
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Relíquias do interior “das Gerais”, terra de Cármen Lúcia

Pablo Pereira

15 Agosto 2016 | 16h09

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A geringonça cor-de-laranja acima é uma bomba de gasolina dos anos 50, relíquia conservada até hoje no posto de combustíveis da família Antunes Rocha, em Espinosa, norte de Minas Gerais, quase estado da Bahia. Com esta estranha máquina, Florival Rocha, pai da ministra Cármen Lúcia, do STF, pioneiro em postos de serviços na cidade, abastecia carros com a gasolina que recolhia em galões enchidos nos vagões de trem da estação ferroviária. Seu Florival tem hoje 98 anos e é comerciante “das Gerais”, cujos cerros azulados do horizonte foram berço também de personagens de um famoso diplomata escritor chamado João Guimarães Rosa. Os mais antigos de Espinosa conhecem bem a história do pai da futura presidente do Supremo Tribunal Federal. E lembram que o patriarca dos Antunes Rocha foi também um dos primeiros a ter bicicleta por lá. Só que, em vez de rodar com ela, Florival andava à pé para fazer dinheiro com novidade: alugava a bike.

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