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Berta Rojas, o delicado som que vem do Paraguay

Pablo Pereira

27 Setembro 2014 | 16h10

Seja com um “Tico Tico”, de Zequinha de Abreu, ou uma “Luiza”, de Tom Jobim, ou com o maravilhoso “Concerto de Aranjuez”, do espanhol Joaquín Rodrigo,  ou, obviamente, com o primeiro movimento de “La Catedral”, do seu compatriota Agustín Barrios, a paraguaia Berta Rojas é uma craque do violão.

Ela vai do pop ao clássico com leveza e generosidade. A arte desta senhora é uma das belezas deste nosso intrigante vizinho sulamericano de fala espanhola e guarani.

Outro dia, andei por terras paraguaias e ouvi o som de sua gente. Soube mais da arte desta violonista que faz sucesso pelo mundo, menos no Brasil, apesar de conhecer muito de nossa música. Fiquei sabendo também que ela estaria em Assunção para uma apresentação de sua turnê Salsa Roja, que mostra disco novo – “una gira” com espetáculos em Cuba, Costa Rica, México e Argentina.

Não pude ficar para ver a festa em seu amado “Paraguay”, que a artista chama de “o coração da América do Sul”. Mas, claro, conferi no jornal Última Hora que o espetáculo foi um sucesso. Ela tocou Piazzolla e brilhou com o grupo argentino Camerata Bariloche. Certamente, ofereceram momentos de beleza pura da alma latinoamericana.

Ainda bem que temos a internet para nos levar a Berta Rojas.

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