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Natal

Pablo Pereira

25 de dezembro de 2009 | 09h03

Depois de tudo, das luzes coloridas, da missa do galo, da louca que derrubou o Papa, das coxas de peru, da maçã no creme vermelho, das frutas, das castanhas, dos telefonemas, do Feliz Natal, dos presentes, e da briga na família do prédio vizinho, às 4h20, o silêncio.

São Paulo, na manhã fresquinha de 25, parece curtir tranquilamente a data cristã. No passeio cotidiano das 6h30, Bob Schnauzer não encontrou nem o simpático poodle branquinho que sempre observa quieto a sua passagem. Nenhum carro. Ninguém. Só os sabiás, beliscando aqui e ali pelos jardins.

Mas daqui a pouco a cidade acorda!

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