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Na vila colonial, santo coronel

Pablo Pereira

02 de maio de 2010 | 01h15

Na vila primitiva de São Paulo, nascida de forte presença religiosa, em muitos momentos o estado colonial e a Igreja marcharam lado a lado. Relatos dos jesuítas contam cenas de batalhas terríveis do soldado português contra os nativos que resistiam em Piratininga nos primeiros séculos de ocupação – reproduzidas, por exemplo, na arte de Debret. A parceria era considerada tão vital para o sucesso da empreitada na terra da garoa que o governador Luiz Antônio de Souza Botelho Mourão, o morgado de Mateus, recorreu, em 1767, ao poder militar da santa hierarquia: deu a patente de coronel a Santo Antônio.

(texto publicado em  O Estado de S.Paulo)

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