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Na literatura, pistas da mistura

Pablo Pereira

23 de maio de 2010 | 11h04

Se o paulista Eduardo Prado emprestou seu jeito de viver para que o português Eça de Queiroz criasse Jacinto de Tormes, de A Cidade e as Serras, em São Paulo outro escritor, paulistano, Antônio de Alcântara Machado, foi buscar em modo de vida de “estrangeiros” o sumo para sua prosa.
Alcântara é autor de saborosos textos sobre hábitos e costumes dos imigrantes nos anos 2o na pauliceia. Uma dessas encantadoras criações é o sardento Gaetaninho, da Rua Oriente, que está no livro Brás, Bexiga e Barra Funda. “Italiano grita/brasileiro fala/Viva o Brasil/E a bandeira da Itália” diz Alcântara. É a cara da cidade.

 

(texto publicado em O Estado de S.Paulo)

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