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Lixo urbano atormenta índios na divisa de Roraima com Venezuela

Pablo Pereira

19 Fevereiro 2015 | 18h09

O que fazer com o lixo urbano é uma questão preocupante para as populações das grandes cidades. Ninguém sabe direito o que fazer com tanta sujeira, como evitar os famigerados lixões, como dar fim nos incômodos criados pelo acúmulo do descarte de uma forma eficiente e barata. E o debate sobre o problema não ocorre mais só nas grandes cidades. O lixão chegou até pequenas comunidades e atinge até uma área indígena da mais extrema fronteira do norte brasileiro, Pacaraima, na divisa do Brasil com a Venezuela.

Tratando do assunto, o procurador de Justiça de Roraima Edson Damas da Silveira decidiu fazer um documentário.  O vídeo “…e para os índios, o lixo!”, dirigido por Damas da Silveira e Serguei Franco de Camargo, mostra em 20 minutos a dificuldade do poder público em lidar com os restos urbanos da pequena cidade de Pacaraima, a 220 quilômetros de Boa Vista, capital de Roraima.

O vídeo conta que na vila Ouro Preto, na Terra Indígena São Marcos, indígenas são vítimas de um lixão que lhes atormenta a vida sem que o poder público alcance uma solução. Esse documentário revela que nem com o amparo oficial do Ministério Público, que procura uma saída para o problema, as pessoas daquela vila conseguem se livrar do tal lixão.

 

 

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