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Jornalismo é difícil, mas ainda é melhor do que trabalhar

Pablo Pereira

17 de agosto de 2011 | 12h27

Um grande amigo, jornalista, José Roberto de Alencar, que perdi em 2007, costumava brincar com uma frase, que ele atribuía a um amigo dele, Audálio Dantas: “Fazer jornalismo é difícil, mas ainda é melhor do que trabalhar”.  Lembrei do Zé Grandão, com muita saudade, de seu modo particular de viver, de ver a profissão, ao ler a coluna do colega Flavio Gomes, do dia 13.

Jornalista com J grande, um apaixonado por carros, motores, piloto, Flavio fez  gentis referências a reportagem que fizemos, eu e Epitácio Pessoa, e em particular a mim. Não sou de rasgar sedas. Abomino o cabotinismo. Mas quero registrar um agradecimento ao Flavio publicamente.

A convivência em redações nos dá muito. Guardo com carinho dois livros (Sorte e Arte, pela Alfa-Omega- 1999, e Muita sorte & pouco juízo, pela Ateliê – 2002 — este último com prefácio em quadrinhos do brilhante Laerte) nos quais meu amigo mineiro Zé Alencar contava as histórias de suas reportagens. Adore reler o mestre Zé. E entre as boas coisas desse cotidiano “difícil”, como brincava o Zé, estão as parcerias, os amigos e suas generosidades. Flavio Gomes, cujo trabalho também acompanho no rádio há anos, é gente dessa estirpe. Gracias, Flavio.

PS:

O possante que vara a cordilheira é fabricado pela Comil, no Rio Grande do Sul. Na reportagem publicada no Estado (papel), domingo, há uma ficha técnica do ônibus. É um Comil Campione HD 4.05, como diz o leitor do Flavio, Alcebiades Alves. O tanque leva 450 litros de diesel.

 

 

 

 

 

 

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