Círculos, coisa de gênio
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Círculos, coisa de gênio

Pablo Pereira

16 de setembro de 2011 | 18h38

Outro dia comentei aqui a ligação de Lasar Segall, cuja casa na Vila Mariana foi transformada em museu, com o russo Wassily Kandinsky, pintor que admiro. Foram contemporâneos, amigos.

Quando o lituano Segall refugiou-se no Brasil, trocaram correspondência, material que recentemente foi catalogado e oferecido em ensaio pela equipe de Vera D’Horta como um presente a nós, mortais.

Agora, olhando a imagem do novo planeta, divulgada pela revista Science,  e que está abaixo,

lembrei de uma tela de Kandinsky chamada  “Alguns círculos” ,  que pode ser apreciada no Guggenheim de Nova York ou nos principais catálogos da obra do artista. Em 1926, o russo genial pensou as suas formas redondas como símbolos da eternidade e do infinito.

Perfeito.

 

 

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