Aracati, um passado português preservado
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Aracati, um passado português preservado

Pablo Pereira

26 Julho 2011 | 15h45

Rodando pelo interior do País nestas férias de julho, fui conhecer a cidade de Aracati, ao lado da vila de Canoa Quebrada, no Ceará. O município tem hoje cerca de 70 mil habitantes e fica à beira do Rio Jaguaribe, a 150 km de Fortaleza. É cidadela antiga, com construções do Século 18, como a Igreja do Senhor do Bonfim, que data de 1774, uma das relíquias preservadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 2000.
 
Na Avenida Coronel Alexanzito está o prédio barroco da Igreja, branca, com sua porta pesada de madeira e as duas torres com seus sinos. Ao longo da rua, casas e sobrados com suas fachadas coloridas ou cobertas por azulejos, amostras do apreço português pela beleza externa dos ambientes.
 
Belo passeio!
 
Além, é claro, do desfrute das praias com peculiar contraste de mar e areias coloridas e das falésias, do bem-humorado Jegs Bar, uma carrocinha de bebidas de praia, puxada por um jegue chamado Barrichelo. E das bordadeiras do labirinto, uma renda produzida pela arte manual com linhas e agulhas de nativos de Canoa Quebrada. 
 
O Nordeste brasileiro é uma beleza. No retorno do passeio, no final da tarde, uma paradinha para saborear a deliciosa tapioca doce (última foto) da praça das tapioqueiras, em Fortaleza.
 
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Casario com azulejos na Av. Coronel Alexanzito em Aracati/Foto: Pablo Pereira

Igreja do Senhor do Bonfim em Aracati/Foto: Pablo Pereira

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Tapioca Romeu e Julieta, da praça das Tapioqueiras, em Fortaleza
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