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Águas de Manoel, alegria de São Paulo

Pablo Pereira

26 Setembro 2012 | 00h18

“Chove torto no vão das árvores.

Chove nos pássaros e nas pedras.

O rio ficou de pé e me olha pelos vidros.”

Não é março; é setembro. Mas essas três linhas do “O guardador de águas” Manoel de Barros (Record, 1998) são boa companhia no retorno alegre à cidade da chuva, que à noite virou garoa.

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