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A vacina cria esperança e São Paulo pulsa novamente

Pablo Pereira

20 de junho de 2022 | 07h22

O geladinho mês de junho, que teve temperaturas na casa dos 7 e 8 graus na capital paulista, entra nos dias derradeiros com as pessoas retomando a vida nas ruas. Ontem, a Avenida Paulista esteve cheia com a Parada do Orgulho LGBT+, que por horas lotou a via mais conhecida da cidade, palco de duas dezenas de trios elétricos, com shows fazendo a festa de turistas e paulistanos ávidos por diversão depois de meses de restrições impostas pela pandemia do coronavírus e da tristeza das perdas.

No comércio local, lojas já apontavam desde o início do feriado de Corpus Christi, na quinta-feira, que as coisas mudaram. O movimento foi intenso. Botecos de esquinas, padarias e os taxistas, termômetro da circulação das pessoas, têm comemorado o retorno da freguesia – e as grandes avenidas voltaram a ter o trânsito pesado na metrópole.

Resta saber se todo esse agito vai contribuir para o aumento das infecções pelo temido vírus, coisa que tem preocupado a população, embora os efeitos da doença pós-imunização, segundo os especialistas, sejam diferentes daqueles registrados, tragicamente aos milhares, quando a ciência ainda não tinha encontrado uma saída para a crise de saúde pública. A vacina dá esperança e São Paulo pulsa de novo.

 

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