A luz de um gênio
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A luz de um gênio

Pablo Pereira

19 de junho de 2012 | 19h38

 
Há  pelo mundo imagens fantásticas – cenas que uma vez visualizadas jamais serão esquecidas. A explicação deve estar  nas profundezas cerebrais, em alguma glandulazinha especial – um sensor de belezas  – que desperta quando se avista uma paisagem ou uma obra que contenha o conjunto de elementos da perfeição.
 
O teto da igreja de Antoni Gaudí, a Sagrada Família, em Barcelona, é, certamente, uma dessas visões ativadoras da felicidade. É impressionante! O mestre catalão, que morreu atropelado aos 74 anos, em 1926 (em um mês de junho, como este), conhecia bem o caminho para o bem-estar.
 
Com a leveza dos seus tons de verde, azul, laranja, creme e branco, projetados no interior da igreja pelos vitrais vazados pelo sol, no alto das torres de formas intrigantes, provoca sensações únicas. São as luzes de Gaudí!
 
O que se vê nos rostos dos visitantes, que nestes dias mediterrâneos visitam a Sagrada Família, é uma expressão especial.
 
Depois de passar alguns instantes em contato com o visual imaginado pelo artista, tanto fora quanto no interior do monumento, ninguém é mais como era.
 
 
Teto da Igreja da Sagrada Família em Barcelona/Foto: Pablo Pereira
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