Trimestre da febre da derrama
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Trimestre da febre da derrama

Pablo Pereira

22 Março 2010 | 16h41

Janeiro, fevereiro e março são meses terríveis para os contribuintes paulistanos. É quando se dão conta do tanto de impostos que têm a pagar, a começar pelos municipais (carnê do IPTU), passando pelos estaduais (IPVA) até chegar à declaração do Imposto de Renda, cujo impacto já é mais pela constatação do rombo, uma vez que grande parte já foi comida na fonte.

São pelo menos 90 dias seguidos de dor de cabeça, contas e mais contas em busca de uma brechinha aqui, um parcelamento ali, um recibo esquecido acolá, na tentativa de evitar-se maior sangria. Quase nunca, no entanto, dá para escapar. É o tempo do acostumar-se com as pancadas.

É nesse trimestre, que felizmente está por terminar que, ano após ano, sem falta, o fisco vem buscar o seu, sem dó nem piedade. E já há tempo!

 

Desenho de Angelo Agostini criticando o avanço do fisco sobre contribuintes paulistanos, publicado no jornal semanal Cabrião em 1867

Desenho de Angelo Agostini criticando o avanço do fisco sobre contribuintes brasileiros, publicado em 1867 no jornal semanal Cabrião

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