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Prefeitura responde as queixas de frequentadores do Parque do Trote

Marcel Naves

31 Maio 2016 | 20h23

Durante a semana estivemos  no Parque Vila Guilherme-Trote,  na zona norte da cidade, onde constatamos problemas de abandono de uma área tombada pelo patrimônio histórico, prédios desocupados há décadas  no  entorno e  construções que ameaçam o lençol freático da região. Os frequentadores  do local exigem um hospital na região e reclamam da escassez de atendimento médico que atinge a população dos bairros de Vila Guilherme e Vila Maria.

Abaixo segue a íntegra do comunicado encaminhado  a nossa reportagem:

” …O Parque do Trote está sendo implantado em etapas. A área já entregue à população (fases 1 e 2)  está em perfeitas condições para o atendimento dos frequentadores. Possui dependências acessíveis aos portadores de necessidades especiais, crianças e idosos. Tem pista de Cooper, pista de corrida, ciclovia, espaço destinado para alongamento, separação de lixo reciclável, lago, Trilha Sensorial, Trilha das Aves e um Bosque da Leitura, além de vegetação composta por arborização e áreas ajardinadas. As edificações da antiga Sociedade Paulista do Trote estão em processo de restauro, adaptação e implantação de um projeto paisagístico que integre as edificações recuperadas ao restante das áreas dos parques e previstas para a terceira etapa de implantação (fase 3).

A Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme informa que o entorno do Parque Vila Guilherme – Trote recebe varrição em dias alternados e os objetos descartados indevidamente pelos munícipes são retirados do local duas vezes por semana. Na semana passada, a equipe de zeladoria realizou um mutirão de limpeza, incluindo corte de grama e áreas ajardinadas. Os Ecopontos mais próximos estão localizados na Rua José Bernardo Pinto, 1.480 – Vila Guilherme e Rua Curuçá, 931 – Vila Maria.

Informações complementares:

O projeto de restauro foi aprovado pela Comissão de Acessibilidade (CPA) e  Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP). Contempla além da recuperação de todos os edifícios do local e da reativação das arquibancadas, a “Praça das Cocheiras”, com um planejamento que visa estabelecer diferentes usos para cada edificação: um centro voltado principalmente à cultura e atividades relacionadas à SMPED, com baias para abrigar os cavalos destinados à equoterapia e demais atividades eqüestres, área para fisioterapia, área operacional de manutenção, café, livraria, museu do trote, galeria de arte e salas de aulas para diversas atividades educacionais e culturais”.