Lojistas da Santa Efigênia reclamam da queda nas vendas
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Lojistas da Santa Efigênia reclamam da queda nas vendas

Marcel Naves

02 Dezembro 2016 | 22h01

Galeria comercial da Rua Santa Efigênia reflete a queda nas vendas do tradicional centro de eletroeletrônicos de São Paulo.

Galeria comercial da Rua Santa Efigênia reflete a queda nas vendas do tradicional centro de eletroeletrônicos de São Paulo.

A Santa Efigênia, na região central da capital paulista já contou com dias melhores. A opinião é de comerciantes da região, que insatisfeitos com a diminuição no movimento buscam alternativas para driblar a queda nas vendas.

Há 18 anos, o libanês radicado no Brasil, Hassan Ali é proprietário de um estabelecimento no bairro. Segundo ele, se não fizer promoções e abaixar os preços não é possível trabalhar. “Eu estou aqui há décadas, e nunca vi a situação assim, tenho de me virar para não fechar”. Afirma.

O presidente da Câmara dos Lojistas da Santa Efigênia, Joseph Riachi Fares acredita que se a região contasse com mais investimentos a situação seria melhor.  Para o representante da CDL, não é possível que uma região responsável por tantos empregos não tenha nenhum projeto urbano. “Se nossos políticos prestassem mais atenção ao centro, muitas outras iniciativas, inclusive no campo social seriam viáveis”, disse.

Mas mesmo com todos estes problemas, a Santa Efigênia, um dos mais importantes centros de eletroeletrônicos do país, continua sendo indicada para compras. De pisca-pisca a complexos softwares, tudo é possível se encontrar nas inúmeras lojas existentes. As ruas estão limpas, e a presença da PM é ostensiva. Já os estacionamentos cobram bem caro, e a hora chega a custar 25 reais.