Animais soltos e prédios abandonados são problemas no Parque da Água Branca
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Animais soltos e prédios abandonados são problemas no Parque da Água Branca

Marcel Naves

03 Outubro 2016 | 13h34

Os animais que tradicionalmente vivem soltos no Pq. da Àgua Branca passa ser alvos de reclsmações.

Os animais que tradicionalmente vivem soltos no Pq. da Água Branca passam a ser alvo de reclamações

Patos, gansos e galinhas que vivem soltos no Parque Fernando Costa, na zona oeste, estão se tornando um problema. Muitos desses animais tem circulado por ruas e avenidas da região e são raros os registros de atropelamento de algumas deles.

Para o dono de uma banca de jornal à frente ao Parque, isto só acontece por falta de cuidado. Segundo ele, é comum que às aves acabem nas ruas. “Aqui mesmo, em frente à banca, tem um monte de bicho passando, e eles quase sempre acabam atropelados. A gente não consegue fazer nada, quando vê já é tarde demais”, afirma Jean.

Aparentemente abandonado, espaço na parte interna do Parque acaba sendo utilizado como abrigo para aves.

Aparentemente abandonado, espaço na parte interna do parque acaba sendo utilizado como abrigo para aves

Ricardo Salles, secretário estadual do Meio Ambiente, reconhece que a superlotação de aves no Parque da Água Branca é uma realidade. Para ele, trata-se de algo a ser resolvido com organização. “É um problema que será solucionado o quanto antes, para que não venha oferecer riscos à saúde da população”, afirma.

Quanto aos prédios abandonados, o secretário ressaltou que eles serão reocupados com novas  destinações. Uma delas será a instalação de um restaurante orgânico, em um imóvel que hoje está vazio, mas onde deveria funcionar um centro de referência ao idoso.

Ouça aqui a reportagem: