Turista sofre com falta de estacionamento no litoral

De olho no verão, as prefeituras do litoral norte paulista tentam desenvolver estratégias para diminuir os impactos das constantes filas de veículos nas avenidas principais e da falta de estacionamento. Em Ilhabela, por exemplo, além de maior número de agentes, a Divisão de Trânsito e Serviços Municipais (DSTM) da prefeitura investiu em novas sinalizações na região sul, onde estão as praias mais procuradas, e promete fiscalizar com rigor o sistema de Zona Azul na Vila, região central.

REGINALDO PUPO , ESPECIAL PARA O ESTADO , SÃO SEBASTIÃO, O Estado de S.Paulo

10 Dezembro 2011 | 03h03

Em Caraguatatuba, as 1.610 vagas de estacionamento na região central já se mostram insuficientes durante a semana. A Secretaria de Turismo prevê cerca de um milhão de veranistas na alta temporada, entre 23 de dezembro e 21 de fevereiro. Na Avenida da Praia, um dos mais procurados pelos turistas à noite, há 665 vagas de estacionamento, número insuficiente para a quantidade de veículos na cidade nos finais de semana.

Com a falta de vagas, o desrespeito às leis de trânsito é frequente. Segundo departamentos de trânsito das quatro prefeituras, não usar cinto de segurança, falar ao celular dirigindo e estacionar em local proibido são as infrações mais comuns.

Porto. Em São Sebastião, o maior problema também está na região central. A Avenida Guarda Mór Lobo Viana, a principal da cidade, é também a Rodovia Rio-Santos. Quem chega à cidade se depara no trecho urbano com supermercados, bancos, padarias, farmácias, lojas e shopping. Moradores e turistas disputam espaço com as carretas que chegam para carregar ou descarregar no porto local. Nenhuma rua do centro possui vaga de estacionamento. Só na Avenida da Praia, onde há maior espaço para veículos, uma praça foi destinada a estacionamento.

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