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Travesti é detida por molestar homem no Metrô

Marcelo Godoy

27 Março 2014 | 13h 06

Em outro caso, um homem foi detido atacando uma mulher

Atualizada às 20h38

SÃO PAULO - Mais dois acusados de molestar sexualmente passageiros do Metrô foram presos pela polícia. Um dos suspeitos é uma travesti que apalpou um homem dentro de um vagão na Estação Sé, no centro de São Paulo. A vítima chamou a segurança do Metrô, que deteve a acusada e a levou à Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom). O outro caso envolveu um homem que apalpou uma mulher na mesma estação e também acabou detido.

Os dois casos ocorreram nesta terça-feira, 24, e foram registrados pela delegacia como importunação ofensiva ao pudor. A polícia fez um termo circunstanciado e liberou os detidos depois de ouvi-los. Caso admitam a culpa, os acusados podem ser obrigados a prestar serviço à comunidade ou pagar uma cesta básica para alguma instituição escolhida pela Justiça.

Segundo o delegado Cícero Simão da Costa, da Delpom, já são 27 os acusados presos neste ano molestando sexualmente homens e mulheres nos vagões e estações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Perfil. Um levantamento feito pela Polícia Civil entre janeiro e o dia 19 deste mês aponta que os agressores têm, em média, 32 anos e 11 meses de idade e preferem atacar de manhã. As Linhas 3-Vermelha, do Metrô, e 7-Rubi e 11-Coral, da CPTM, são as mais visadas. De 22 molestadores que tiveram o perfil analisado, sete eram casados. Já as vítimas têm, em média, 28 anos e 7 meses.

Segundo Costa, os molestadores agem com frequência nos horários de pico, quando as estações e os trens da rede ficam superlotados.

Para a Polícia Civil, no entanto, ainda existe muita subnotificação. No último sábado, a presidente Dilma Rousseff usou o Twitter para expressar sua indignação em relação aos abusos. "A ação de criminosos que assediam e abusam de mulheres em ônibus, trens e metrôs envergonha a nossa sociedade", escreveu. "Venho pedir às vítimas que não se intimidem em denunciar. E às polícias que não se omitam em combater a prática."

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