Transporte precário

LINHA 470 DA EMTU

O Estado de S.Paulo

18 Julho 2012 | 03h04

Registro profunda insatisfação com o serviço prestado pela empresa Publix, na linha 470, que liga Santo André ao Aeroporto de Congonhas. Usuários dessa linha sofrem com o serviço irregular e o valor absurdo cobrado: R$ 6,75. A empresa reduziu o número de veículos na linha, deixando em circulação apenas micro-ônibus em péssimas condições, que vivem lotados e sem horário fixo para passar. A espera chega a 1h30! Para piorar, o horário de funcionamento será agora de hora em hora, somente das 6 às 9 horas, voltando a circular às 15 horas, ou seja, não teremos transporte por seis horas. Nos fins de semana, os ônibus não sairão da garagem. Se a linha não é rentável ou se os horários não são adequados, revejam a malha, informem os passageiros e respeitem o acordado. Não será nenhum favor, apenas o cumprimento de uma obrigação, que, há tempos, vem sendo negligenciada.

EDUARDO ESCUDEIRO / SÃO CAETANO DO SUL

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) diz que adotou as providências cabíveis, por meio de autuações e reuniões com os representantes da operadora. A pedido da permissionária, há estudos em andamento para reprogramação da linha - nos próximos meses será iniciado novo processo de licitação dos serviços de transporte intermunicipal do ABCD. Sobre o estado da frota, diz que mantém inspeções periódicas nas garagens das empresas.

O leitor reclama: A situação da linha 470 está cada vez pior. Para chegar ao trabalho, tenho de esperar mais de uma hora pelo ônibus; quando ele passa, tenho de ir em pé, espremido na porta com outros passageiros. Para voltar para casa é a mesma coisa.

MOEMA

Fícus finalmente removido

Em 31/10/2011 registrei, no site da Prefeitura, solicitação de remoção de um fícus morto em Moema, bem como replantio de árvore nativa. O serviço deveria ser feito pela Subprefeitura Vila Mariana. Após meses, como não obtive retorno, pedi à administradora do meu condomínio que entrasse em contato com a subprefeitura, que disse ser necessária a assinatura de 51% dos moradores do prédio para a execução do trabalho. A árvore está completamente seca, há anos, e é foco de cupins. Espanta-me tanta burocracia para encaminhar uma solicitação tão banal, o que me leva a crer que a Prefeitura vai mal: ou não tem funcionários para cumprir tarefas elementares ou padece de péssima gestão.

FLÁVIO A. ESTEVES / SÃO PAULO

A Subprefeitura Vila Mariana diz que, em 11/7, o fícus foi removido.

O leitor comenta: Após nove meses de espera, a árvore foi finalmente substituída por uma muda de pau-brasil.

AGENTES DA CET

Estacionamento irregular

Em 1.º/7 liguei na CET para que verificassem carros parados na calçada da Rua Nelson e um veículo parado em frente a minha garagem. A chamada foi feita às 13h57, mas a viatura apareceu quatro horas depois. Para piorar, o agente só conversou com um morador e foi embora. Liguei de novo e mandaram outro agente. Este, apesar de os veículos continuarem em local irregular, também nada fez.

JUNIOR VAISBERG / SÃO PAULO

A CET informa que a primeira viatura chegou às 17h55; a segunda, às 19 horas. Nas duas ocasiões, não foram constatadas irregularidades de estacionamento. Um morador informou que não havia acionado a CET nem tampouco usa sua garagem e, portanto, que o carro em frente a sua fachada poderia permanecer no local.

O leitor questiona: Tirei fotos dos veículos parados irregularmente, pois já esperava essa omissão da CET.

SANTANA

Postes sem luz

Em 17/6 os postes de iluminação da Rua Cônego Manuel Vaz, em Santana, apagaram, comprometendo a segurança da população. Em 18/6 informei a irregularidade ao Ilume, que prometeu solucionar o problema em 72 horas. Mas nada foi feito. Em 22/6 o Ilume prometeu nos atender em 24 horas. Três dias depois, não tendo sido atendida, liguei e pediram mais 24 horas. Em 26/6 as lâmpadas continuavam apagadas!

REGINA ABREU / SÃO PAULO

O Departamento de Iluminação Pública (Ilume) informa que uma equipe de manutenção foi ao local em 3/7, eliminou o curto-circuito da rede e substituiu uma lâmpada, normalizando a situação da via.

A leitora relata: Só fomos atendidos 16 dias (384 horas) após a primeira queixa.

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