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Sistema Cantareira completa três semanas seguidas de alta

Principal manancial de São Paulo opera com 58% da capacidade de acordo com índice tradicionalmente divulgado pela Sabesp

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Luiz Fernando Toledo,
O Estado de S.Paulo

07 Março 2016 | 12h58

SÃO PAULO - O Cantareira, considerado o principal sistema hídrico de São Paulo, registrou mais um aumento no volume armazenado de água, segundo informa relatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) divulgado nesta segunda, 7. Já os Sistemas Guarapiranga, Alto Cotia e Rio Grande sofreram queda. 

De acordo com a Sabesp, os reservatórios que compõem o Cantareira operam com 58% da capacidade: 0,6 ponto porcentual a mais do que no dia anterior, quando estavam com 57,4%. Esse índice tradicionalmente divulgado pela companhia considera o volume morto como se fosse volume útil do sistema.

Esta é a 21ª alta consecutiva do manancial, que há mais de quatro meses não registra perda no volume de água represada. A última queda do nível do Cantareira foi no dia 22 de outubro, quando o sistema desceu de 15,7% para 15,6%.

Segundo o índice que calcula a reserva profunda como volume negativo, o nível do manancial também avançou 0,6 ponto porcentual e passou de 28,1% para 28,7%. Já o terceiro índice, que era de 44,3%, subiu 0,6 ponto, para 44,9%.

Outros mananciais. Usado para socorrer o Cantareira durante a crise, o Guarapiranga sofreu a terceira queda seguida. A baixa foi de 1,9 ponto porcentual. Segundo a Sabesp, o sistema opera com 83,3% da capacidade, ante 85,2% no dia anterior. O Alto Cotia também caiu pelo terceiro dia, de 103,2% para 102,5%.

O Rio Grande também caiu e está em 93,8%, 0,4 ponto a menos do que no dia anterior. 

Por sua vez, o nível do Alto Tietê subiu 0,9 ponto, de 38,6% para 39,5%. O índice considera um volume morto acrescentado em 2014. Já o Sistema Rio Claro registrou aumento de 2,3 ponto porcentual e opera com 97,6% da capacidade.

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