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Servidores municipais mantêm paralisação na cidade de Sorocaba

Reivindicação é de reajuste de 10,4%, mas a prefeitura alega que a crise prejudicou e ofereceu 3,5% agora e outros 2,5% em agosto

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José Maria Tomazela,
O Estado de S.Paulo

28 Março 2016 | 11h40

SOROCABA - Cerca de 3,5 mil servidores municipais mantiveram nesta segunda-feira, 28, a paralisação iniciada na quarta-feira da semana passada, 23, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Eles reivindicam reajuste de 10,41%, equivalente à reposição da inflação, mas a prefeitura ofereceu 3,5% agora e outros 2,5% em agosto.

O prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) alega que a arrecadação foi fortemente afetada pela crise econômica. O funcionamento das creches e de escolas municipais está prejudicado. Unidades básicas de saúde estão atendendo apenas os casos urgentes. Também houve redução na fiscalização do trânsito.

A prefeitura conseguiu na Justiça liminar para que 50% dos servidores trabalhem nas áreas de saúde, educação e segurança, e outros 30% nas demais áreas consideradas essenciais. O Sindicato dos Servidores entrou com recurso, ainda não julgado.

A prefeitura tem 10 mil funcionários ativos e informou que os canais de negociação continuam abertos. Às 15 horas, os trabalhadores em greve se reúnem em assembleia em frente ao Palácio dos Tropeiros, sede do governo municipal. 

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