São Reclama

Risco aos pedestres

, O Estado de S.Paulo

28 Abril 2010 | 00h00

Sou morador do bairro do Cambuci, próximo do local onde houve o desabamento do templo da Igreja Renascer em Cristo, em janeiro de 2009. Apesar de a Prefeitura ter embargado a obra de reconstrução do imóvel, já faz meses que os moradores estão com problemas. O peso das escavadeiras utilizadas na demolição danificou a calçada da Rua Robertson, deixando dois grandes buracos (rastros dos veículos), que ocupam quase toda a largura da calçada entre os números 331 e 321. A obra está abandonada e a calçada, também. E, para piorar, os responsáveis pela obra cobriram os buracos com pedras e entulhos. O problema é que a rua é uma ladeira e não é raro nos dias de chuva ver um pedestre escorregar e quase rolar rua abaixo. Em muitos casos os pedestres são obrigados a andar no meio da rua para evitar riscos de escorregões. E à noite, no escuro, é difícil identificar o que é calçada e o que é camada de pedras. Fiz uma reclamação pelo SAC do site da Prefeitura e a única providência informada foi o encaminhamento de um agente vistor. Como se passaram semanas e nenhuma providência foi tomada, fiz outra reclamação, cobrando a anterior. Recebi a informação de que a reclamação tinha sido enviada ao setor de limpeza! De quem é a responsabilidade, da Prefeitura ou de quem realiza a obra? Será que as pessoas que recebem as queixas do SAC têm problemas com interpretação de texto?

RICARDO MEDEIROS / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Subprefeitura Sé informa que o proprietário do imóvel foi intimado a reconstruir a calçada. Após o recebimento da notificação, ele terá 30 dias para executar o serviço sob pena de multa.

TRANSTORNOS

Obras na cidade

Desde março a Comgás está fazendo serviços na minha região. Fui acordada no dia 13/4 às 6h25 com uma britadeira, o que me fez escrever ao jornal. Minha filha, que trabalha no turno da madrugada, acordou e não conseguiu mais dormir, pois o barulho parecia estar dentro do quarto. A empresa trabalha a noite toda. Será que a Comgás não é capaz de se organizar avisando os moradores? O Psiu sabe disso? Outra reclamação é que todo o bairro está com placas de ferro sobre os buracos.

TANIA TAVARES / SÃO PAULO

A Comgás pede desculpas pelos transtornos e diz que na Rua Coronel Oscar Porto foi feita a renovação da rede de distribuição de gás natural canalizado. Com essa obra, a rede ficou mais segura e livre de qualquer escape de gás. Infelizmente, muitas obras são realizadas no período da noite, pois a companhia depende de autorizações das subprefeituras de onde atua, e, muitas vezes, por causa do trânsito as obras não podem ser realizadas durante o dia. A rua será recapeada em breve pela Prefeitura e, por isso, foram antecipados os trabalhos de renovação da rede nessa localidade para serem evitadas aberturas de valas no asfalto novo.

O Programa de Silêncio Urbano (Psiu) da Prefeitura de São Paulo não respondeu.

A leitora diz: O barulho continua durante toda a madrugada.

Mesmo com o recapeamento feito na Av. Vicente Rao, zona sul, todas as tampas de bueiros ficaram em nível inferior ao asfalto. São buracos novos, bem- feitos. Quem seria o engenheiro responsável? Quando é que pintarão as faixas horizontais de orientação ao motorista?

MARCOS IGNACIO / SÃO PAULO

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU-SP) informa que está realizando obras de implantação do Corredor Diadema-São Paulo e, para tanto recapeou todo o trajeto do corredor, inclusive a Avenida Prof. Vicente Rao. Por conta do recapeamento, as tampas dos "bueiros" (poços de visita) ficaram temporariamente em desnível com o asfalto, porém o serviço foi concluído na semana de 12 a 16/4. Em relação à sinalização horizontal, a parte que está a cargo da EMTU-SP será concluída até o final de junho.

ASSALTOS DIÁRIOS

Perigo na marginal

Todos os dias têm ocorrido assaltos na Marginal do Pinheiros, próximo à entrada que passa por baixo da Ponte João Dias. No dia 12/4, às 8h15, vi dois motoboys assaltando o passageiro de um táxi. Esse tipo de assalto já está virando rotina. Pela manhã não há nenhum policiamento na região.

FÁBIO FONSECA /SÃO PAULO

A Polícia Militar esclarece que há policiamento diuturnamente na região, feito pelos Programas de Radiopatrulhamento e policiamento com motocicletas. O local é considerado área de interesse de segurança pública e recebe atenção especial. Diz que a indicação do leitor, sr. Fonseca, está sendo considerada no planejamento operacional.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.