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O Estado de S.Paulo

19 Julho 2011 | 00h 00

CANCELAMENTO DIFÍCIL

Cobrança e nome no Serasa

Em janeiro de 2010 me mudei. Solicitei o desligamento da energia elétrica do meu antigo apartamento, localizado na Rua Manuel Antônio Pinto, no Morumbi. Telefonei mais de uma vez à AES Eletropaulo - a primeira delas no início de janeiro daquele ano. Agendei o corte para o dia 30/1/2010, o dia da mudança. Em fevereiro de 2010, liguei para confirmar se o corte da luz tinha sido realizado e soube que não, por esse motivo, solicitei o serviço novamente. Em maio deste ano, recebi uma carta comunicando que o meu nome tinha sido incluído no cadastro de inadimplentes do Serasa, por causa do não pagamento de R$ 10,41, referentes à cobrança da conta de luz de 2010. O problema não é o valor em questão, mas eu ter seguido todos os trâmites e a empresa não ter efetuado o cancelamento do serviço. Tive problemas pessoais e sofri constrangimentos por ter o meu nome negativado. Entrei em contato com o SAC da empresa, mas nada foi feito para me ajudar.

FRANCISCO ROMANATO / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo esclarece que o corte foi solicitado no dia 3/3/2010 e concluído em 4/3/2010. A cobrança de R$ 10,41 se refere ao atraso das contas de janeiro e fevereiro de 2010, com vencimento em 29/1/2010, que foi paga em 5/3 daquele ano; e a outra com vencimento em 25/2, paga em 1º/3.

O leitor desmente: O problema não foi solucionado. A AES Eletropaulo está me cobrando algo que não foi solucionado por incompetência dela mesma. Se há alguma pendência em relação a janeiro, eu pago sem o menor problema, mas, após este período, não, pois já havia solicitado o fim do serviço.

RISCO DE ACIDENTE

Dois anos e nada de poda

Em 25/2 solicitei à Prefeitura a poda de duas árvores na Rua Joaquim Antunes, em frente ao n.º 577, em Pinheiros. Nada foi feito. Em 14/4 enviei um pedido de vistoria para verificar a condição das árvores e saber se a subprefeitura poderia fazer a poda. Mas até o início de julho nada foi feito. Liguei à Subprefeitura Pinheiros, sem sucesso. Um galho grande caiu no jardim do prédio em frente à árvore e, por sorte, não atingiu ninguém. Há outro galho prestes a cair, que precisa ser removido antes que ocorra um acidente.

M. TEREZA CASTILLO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros esclareceu, em 13/7, que um engenheiro agrônomo já havia realizado vistorias nas árvores citadas e constatado a necessidade da poda. Mas para a execução dos trabalhos é necessário o apoio da AES Eletropaulo por causa do contato dos galhos com a fiação elétrica e para garantir a segurança dos podadores envolvidos. O serviço já está agendado com a concessionária e será realizado neste mês. Acrescenta que, para garantir a segurança de todos que trafegam no local, um técnico foi encaminhado ao endereço para realizar imediatamente qualquer intervenção nos galhos que possam apresentar algum risco iminente de queda.

A leitora rebate: Até o dia 18/7 nenhum técnico da empresa apareceu. E solicito essa poda há 2 anos!

BUROCRACIA NO DETRAN

Sem informações

O Detran-SP divulgou que, para facilitar a vida do cidadão, colocou alguns serviços em seu site. Um deles é a emissão da Permissão Internacional para Dirigir. Mas o site só informa que é necessário o pagamento de uma taxa, mas não indica como fazê-lo. Pedi informação três vezes, sem sucesso. Fiz uma solicitação no portal do governo, que a repassou ao Detran, mas também não obtive retorno. Isso já faz 11 dias.

ROBERTO MICHAELIS / SÃO PAULO

O Detran-SP respondeu, em 13/7, que a taxa de emissão da Permissão Internacional para Dirigir,

solicitada pela internet, custa R$ 202,95 (R$ 191, 95, mais R$ 11 pelo envio pelos Correios). O pagamento deve ser feito no Banco do Brasil ou no Santander, no código de receita 425-0 e de serviço, 028. Para o serviço presencial, a taxa é de R$ 191,95 e o código, 027.

O leitor diz: Até então nenhuma solicitação feita tinha sido respondida. Fui pagar a taxa no Santander, onde sou correntista, mas nenhum funcionário sabia como recolhê-la! O problema não foi resolvido.

CALÇADA QUEBRADA

Gastos em vão

Fiz uma calçada bonita com pedras de miracema. Acreditava que cada cidadão, além da Prefeitura, deveria zelar pelo embelezamento da cidade, até a Comgás quebrar a calçada. A resposta foi de que era preciso fazer o serviço e que a via é pública. O cidadão não deve investir na calçada? Contraditório, não? MARCIANO VASQUES / SÃO PAULO

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